A rede E.S. Fibra utiliza exclusivamente meios de transmissão ópticos, sem a utilização de rádio, cabo metálico ou satélite. Isto proporciona total imunidade à interferências eletromagnéticas, menor latência e maiores velocidades, resultando em maior qualidade final.

  • Fibra Óptica– Ao contrário do padrão de mercado, que costuma entregar em fibra óptica apenas links de 100 Mbps ou 1 Gbps, a E.S. Fibra chegará diretamente em fibra óptica para todas as velocidades de algumas linhas específicas de produtos, proporcionando flexibilidade e disponibilidade superiores aos demais meios de transmissão.

A espinha dorsal da rede (backbone) possui topologia em anéis, de forma a apresentar dois caminhos distintos para um mesmo destino, proporcionando maior disponibilidade do serviço.

Para oferecer maior flexibilidade, a E.S. Fibra usa duas tecnologias distintas na sua rede de transporte metropolitana:

  • SDH (Hierarquia Digital Síncrona)– Tecnologia tradicional que permite fornecer serviços de voz e dados, por exemplo, o tronco digital de telefonia, normalmente conhecido como E1.

 

  • MetroEthernet– Tecnologia mais recente que permite fornecer circuitos de dados de alta capacidade, como 100 Mbps, 1 Gbps, 10 Gbps, ou qualquer outra velocidade requerida, a custos mais competitivos, atingindo um novo patamar em termos de flexibilidade.

Na rede de acesso ao cliente, a famosa última milha (ou como preferimos chamar, a primeira milha, pois entendemos que o cliente é a principal razão de uma rede existir), utilizamos diferentes tipos de tecnologia com o objetivo de maximizar a relação custo x beneficio para o cliente:

  • ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line)– Tecnologia criada para transmitir velocidades de até 12 Mbps no downstream (da internet para o usuário) e de até 1,3 Mbps no upstream (do usuário para a internet), dependendo das condições técnicas, em meios de transmissão metálicos.

 

  • ADSL2– Evolução do ADSL que alcança velocidades de até 24 Mbps no downstream (da internet para o usuário) e de até 3,3 Mbps no upstream (do usuário para internet), dependendo das condições técnicas, em meios de transmissão metálicos.

 

  • VDSL2 (Very high bit rate Digital Subscriber Line 2)– Padrão criado para a transmissão em rede metálica, mas que permite atingir velocidades maiores, de até 50 Mbps.

Para prover serviços de voz, a E.S. Fibra optou por um core de rede TDM (Multiplexação por Divisão no Tempo), de forma a garantir alta disponibilidade do serviço, sem abrir mão da flexibilidade, podendo oferecer desde uma única linha de voz até troncos digitais.

Para garantir alta disponibilidade e qualidade do serviço prestado, a E.S. Fibra possui um Centro de Operações de Rede (NOC, Network Operations Center) próprio, que monitora proativamente todo o backbone da rede, 24 horas por dia, sete dias por semana, de forma ininterrupta.

Quando necessário, o NOC aciona as equipes de manutenção para que os reparos sejam iniciados no mesmo momento em que o problema for detectado. Para garantir a rapidez e eficiência nas atividades de manutenção, a E.S. Fibra utiliza equipes 100% próprias. Os principais pontos de concentração de rede da E.S. Fibra localizam-se dentro dos Data Centers da própria empresa.

Os Data Centers E.S. Fibra estão interligados ao backbone por meio de anéis redundantes e contam com dispositivos de proteção física e lógica, bem como múltipla redundância em termos de alimentação de energia elétrica:

  • Alimentação elétrica redundante
  • Geradores
  • No-breaks
  • Unidades retificadoras de corrente contínua